Rádio corredor: Escolas (garotos podres)

sugestão enviada por Riquelme Argentino

Nas escolas
Onde a cultura é inútil
Nos ensinam apenas
A sentar e calar a boca
Para sermos massacrados
Pelo discurso reacionário
De professores marionetes
Controlados pelo Estado

Nas escolas
Você aprende
Que seu destino já está traçado
Pois querem os transformar
Em Cordeirinhos domesticados
Prontos pra serem transformados
Em operários escravizados

Querem nos transformar
Em máquinas
Para submetê-los
A cadência do trabalho
E horários embrutecidos
Pelos carrascos ponteiros do relógio

Me mandaram à escola
Para me dominar
Me mandaram à escola
Para me manipular
Me mandaram à escola
Para me escravizar
Me mandaram à escola
Para me domar

p.s-> Não concordo na íntegra com a letra, mas ela faz sentido em muitos casos

Rádio Corredor: Somos Quem Podemos Ser …

Composição: Humberto Gessinger

Um dia me disseram
Que as nuvens
Não eram de algodão
Um dia me disseram
Que os ventos
Às vezes erram a direção
E tudo ficou tão claro
Um intervalo na escuridão
Uma estrela de brilho raro
Um disparo para um coração…

A vida imita o vídeo
Garotos inventam
Um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez…

Somos quem podemos ser…
Sonhos que podemos ter…

Um dia me disseram
Quem eram os donos
Da situação
Sem querer eles me deram
As chaves que abrem
Essa prisão
E tudo ficou tão claro
O que era raro, ficou comum
Como um dia depois do outro
Como um dia, um dia comum…

A vida imita o vídeo
Garotos inventam
Um novo inglês
Vivendo num país sedento
Um momento de embriaguez…

Somos quem podemos ser…
Sonhos que podemos ter…

Um dia me disseram
Que as nuvens
Não eram de algodão
Sem querer eles me deram
as chaves que abrem essa prisão…
Quem ocupa o trono
Tem culpa
Quem oculta o crime
Também
Quem duvida da vida
Tem culpa
Quem evita a dúvida
Também tem…

Somos quem podemos ser…
Sonhos que podemos ter…

Rádio Corredor: Lugar nenhum

Não estou me referindo a lugar nenhum que conhecem… ou não?

Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro
Não sou brasileiro
Não sou estrangeiro
Não sou de nenhum lugar
Sou de lugar nenhum
Sou de lugar nenhum
Não sou de São Paulo, não sou japonês
Não sou carioca, não sou português
Não sou de Brasília, não sou do Brasil
Nenhuma pátria me pariu!
Eu não tô nem aí
Eu não tô nem aqui

CRM !!!!

Piano Bar – Engenheiros do Havai

o que você me pede eu não posso fazer
assim você me perde, eu perco você
como um barco perde o rumo
como uma árvore no outono perde a cor

o que você não pode eu não vou te pedir
o que você não quer eu não quero insistir
diga a verdade, doa a quem doer
doe sangue e me dê seu telefone

todos os dias eu venho ao mesmo lugar
às vezes fica longe, difícil de encontrar
mas, quando o neon é bom
toda noite é noite de luar

no táxi que me trouxe até aqui
o Irinelson me dava razão
Nas últimas do esporte, hora certa, crime e religião
Na verdade nada
é uma palavra esperando tradução

toda vez que falta luz
toda vez que algo nos faltar
o invisível nos salta aos olhos
um salto no escuro, da piscina

o fogo ilumina muito,
por muito pouco tempo,
em muito pouco tempo o fogo apaga tudo
tudo um dia, vira luz
toda vez que falta luz,
o invisível nos salta aos olhos

ontem à noite eu conheci uma guria
já era tarde, era quase dia
era o princípio
num precipício era o meu corpo que caia

ontem a noite, a noite tava fria
tudo queimava, nada aquecia
ela apareceu, parecia tão sozinha
parecia que era minha aquela solidão

ontem à noite eu conheci uma guria
que eu já conhecia de outros carnavais
com outras fantasias
ela apareceu, parecia tão sozinha
parecia que era minha aquela solidão

no início era um precipício
Teu corpo que caia
depois virou um vício
foi tão difícil acordar no outro dia
ela apareceu, parecia tão sozinha
parecia que era minha aquela solidão

Rádio Corredor: GreenDay – Boulevard of Broken Dreams

Composição: Billie Joe Armstrong

Alameda Dos Sonhos Despedaçados

Eu caminho por uma estrada solitária
A única que eu sempre conheci
Não sei até onde vai
Mas é um lar para mim
Eu ando só

Eu caminho por esta rua vazia
na alameda dos sonhos despedaçados
Onde a cidade dorme
E eu sou o único, e eu ando só
eu ando só (4x)

Minha sombra, a única coisa que anda do meu lado
Meu coração triste, a única coisa que bate
As vezes eu desejo que alguém me encontre
Até isso acontecer, eu ando só

Ah-Ah-Ah-Ah-Ah-Ah- AHHH
Ah-Ah-Ah-Ah-Ah-Ah- AHHH

Estou andando pela linha que me divide
Em algum lugar na minha cabeça
No limite do abismo
E onde eu ando só

Leia entre as linhas
Que tudo está arruinado
E está tudo bem
Checo meus sinais vitais, para saber se estou vivo
Eu ando só

Eu ando só(4x)

AH-AH-AH-AH-AH-AH AHHH
AH-AH-AH-AH-AH-AH AHHH

Eu ando nesta rua vazia
Na alameda dos sonhos despedaçados
Onde a cidade dorme
E eu só o único que ando só